BNDESPAR adere ao código de stewardship da Amec

Cada vez mais participantes do mercado aderindo ao Código. Que bom!!!

 

AGÊNCIA INVESTIDOR ONLINE

A BNDESPAR Participações SA aderiu ao código de stewardship da Amec de princípios e deveres dos investidores institucionais. O código compreende princípios e deveres de investimento diligente para investidores institucionais e foram criados a partir de 2010 como resposta à atuação passiva e com conflito de interesses de diversos investidores antes da crise financeira internacional de 2008. Funcef e Funcesp são signatárias do código, além de assets como BB DTVM, Santander Asset e Aberdeen.

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Petros lança programa de integridade para proteção contra irregularidades

Boa Walter!!! Grande trabalho à frente da PETROS….

AGÊNCIA INVESTIDOR ONLINE

A Petros lançou nesta quinta-feira, 23 de novembro, seu programa de integridade, que reúne um conjunto de políticas e medidas para proteger a fundação de práticas ilícitas e irregularidades que possam colocar em risco o patrimônio dos participantes e a imagem da entidade. “A iniciativa reforça o compromisso da atual gestão com a transparência, a ética e a governança. Uma entidade do porte da Petros não pode prescindir de um programa de integridade consistente, inclusive como forma de disseminar o tema entre as demais entidades, contribuindo para o fortalecimento do setor de previdência complementar”, afirma Walter Mendes, presidente da Petros, em comunicado. Continuar lendo

Como pessoa jurídica, Petrobras é autora e vítima dos mesmos atos ilícitos

O mínimo que se pode esperar, é que os agentes responsáveis pelos atos ilícitos sejam punidos em todas as esferas….

Benjamin Zymler é um ótimo exemplo ao mostrar um bom caminho neste sentido….

Por Marcelo Galli – ConJur

A Petrobras, como pessoa jurídica, é autora e vítima das irregularidades cometidas pelos seus administradores. Isso porque os sócios da empresa sofreram prejuízo decorrente de atos ilícitos que são alvos de processos, como os relacionados à “lava jato”. A opinião é do ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União. Continuar lendo

‘Dinheiro da empresa é da empresa, não é da família’, diz Jayme Garfinkel

Jayme Garfinkel conta em resumo, como na prática, questões familiares externas à operação da companhia podem destruir valor. Ele agrega ainda, também por experiência própria, regra básica de Governança que deixa claro que o caixa da companhia não pode jamais se confundir com o caixa do acionista…..

Executivo conta como superou conflitos familiares e, com isso, transformou a Porto Seguro em potência

Roberta Cardoso, especial para – O Estado de S.Paulo

Paciência, resistência e consistência são palavras de ordem para Jayme Garfinkel, presidente do Conselho da Porto Seguro. Aos 71 anos – 45 deles dedicados à seguradora –, o empresário contou durante sua participação na Semana Pró-PME como enfrentou e superou crises para transformar o pequeno negócio iniciado pelo pai em uma empresa com 15 mil funcionários. Continuar lendo

CVM edita ICVM 592 sobre atividade de consultoria de valores mobiliários

Demorou, mas chegou….. A Instrução tenta, só que infelizmente, ainda não consegue criar fronteiras sólidas (na prática) entre as funções de “Consultor / Agente Autônomo” e “Consultor / Administrador de Carteiras”…. Melhor que nada, vai…..

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou nesta sexta-feira, 17 de novembro, a Instrução CVM 592, que estabelece arcabouço regulatório sobre a atividade de consultoria de valores mobiliários. A regulamentação segue a linha das instruções editadas nos últimos anos para outros participantes do mercado. “Dentre as principais inovações propostas pela instrução, destaca-se a definição do escopo de atuação abarcado pela atividade de consultoria de valores mobiliários, buscando delimitar perímetro regulatório alcançado pela norma”, disse Antonio Berwanger, superintendente de desenvolvimento de mercado (SDM) da CVM, em comunicado. Continuar lendo

FGV recebe inscrições para cursos de formação profissional de curta duração

Para o primeiro semestre de 2018, a FGV recebe inscrições para cursos PEC nas mais variadas áreas do conhecimento.

O Programa de Educação Continuada (PEC) da FGV é uma iniciativa voltada para executivos em busca de networking e visão prática das ferramentas essenciais ao trabalho corporativo. Para o primeiro semestre de 2018, a FGV recebe inscrições para cursos PEC nas mais variadas áreas do conhecimento.

Uma área em alta é a de compliance e governança. Nessa categoria, os interessados têm a opção dos cursos “Compliance Anticorrupção: Aspectos Gerais”, “Compliance Gerencial: mecanismos de controle” e “Governança Corporativa”. Já para quem trabalha com gestão de dados, destacam-se os PECs “Inteligência Geográfica para Apoio de Decisão” e “People Analytics: Análise de dados aplicada à gestão de pessoas”. Já na área de Direito, destaque para o curso “Advocacy e Políticas Públicas”. Continuar lendo

Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) aprova as novas regras referentes ao ITCMD

E dá-lhe a sanha arrecadadora do “estado” para suprir as profundas deficiências de gestão…. 

Certamente, assistiremos uma proliferação de atitudes como esta em outros estados nos próximos anos…. Olho vivo!!!

Foi aprovado na ALERJ o Projeto de Lei nº 3.419/2017 a fim de alterar a Lei nº 7.174/2015, que dispõe sobre o Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITD) no âmbito do Estado do Rio de Janeiro. O texto aprovado pela ALERJ seguirá para a sanção do Governador do Estado, que deverá ser realizada no prazo de 15 (quinze) dias. Continuar lendo

Desenvolvimento Econômico aprova mudanças na Lei das Sociedades Anônimas

Iniciativa importante!!! Mas não se pode descuidar com a Governança…. Estaremos atentos!!!

 

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara aprovou o Projeto de Lei 7609/17, do Senado, que dispensa as companhias fechadas com menos de 20 acionistas e patrimônio líquido de até R$ 10 milhões de publicar edital para convocar assembleia geral dos acionistas e documentos exigidos da diretoria da empresa. Continuar lendo

MP muda tributação de fundos de investimento fechados

Eita!!!
É o governo pondo a galera para pensar em novas alternativas de estruturas de investimento…..
Ontem, dia 31.10, foi publicada a Medida Provisória no. 806/2017, com o objetivo de alterar a tributação das aplicações em fundo de investimento pelo imposto de renda a partir de 1º de janeiro de 2018. Para entrar em vigor nessa data, referida Medida Provisória deverá ser convertida em lei pelo Congresso Nacional antes de 31 de dezembro de 2017. Caso convertida em lei em data posterior, as novas regras passarão a viger a partir de 1º de janeiro de 2019.

Sem desculpa

Dá até um pouco de vergonha….. Neste artigo da Agatha no Capital Aberto, vemos com tristeza que alguns dos principais gestores do país não exercem suas funções de “stewards” para seus investidores. 

Nada mais oportuno do que a chamada da Agatha…. Não tem desculpa!!!!

Capital Aberto – por Agatha Caroni

Pelo menos 13 mil quilômetros separam Honolulu, capital do estado americano do Havaí, e a Marginal Tietê, endereço da sede paulistana da JBS. A distância é considerável, mas não impediu que o Employees’ Retirement System of the State of Hawaii (ERS) — fundo de pensão dos funcionários públicos havaianos que cuida de respeitáveis 15 bilhões de dólares — participasse da assembleia geral ordinária e extraordinária (AGOE) da processadora brasileira de carnes realizada no último dia 28 de abril. Afinal, provavelmente pensaram os gestores do fundo, como ignorar um encontro em que seriam discutidas questões relevantes como aprovação de contas, eleição de integrantes do conselho de administração, remuneração dos administradores e alterações do estatuto social? Importante ressaltar que, na data da AGOE, ainda não era público o conteúdo bombástico da delação premiada de Joesley Batista, então CEO da companhia. Ou seja: o fundo havaiano parecia de fato interessado em opinar, mesmo em relação a questões costumeiras da rotina corporativa. O mesmo vale para as dezenas de acionistas estrangeiros cujos nomes estão na ata da reunião da JBS — a lista inclui desde fundos de reserva para aposentadorias a diversos Exchange Traded Funds (ETFs), fundos negociados em bolsa que replicam um determinado índice. Continuar lendo