A necessidade de planejamento estratégico na sucessão de empresa familiar

 

O Planejamento Estratégico na sucessão é fator de enorme Criação de Valor e deve ser fruto de um processo que começa bem antes sucessão em si.

É um processo que deve contar com participação intensa, tanto de quem será sucedido e tem um legado enorme a transferir, como da geração que irá suceder, que vai se aproveitar do legado recebido, agregando conhecimento e inovação, de forma organizada e eficiente.

Por Gustavo Pires Ribeiro

Toda empresa familiar tem um componente emocional que é intrínseco ao negócio: elas são as chamadas “empresas com alma”, onde o coração fala tão alto quanto os números. Mas, conforme a mudança de geração se aproxima, existem situações em que, por razões diversas, não há (boa) perspectiva de continuidade do negócio sob o controle da família e a melhor medida a ser tomada é vendê-lo. Continue lendo

Planejamento sucessório como instrumento de prevenção de litígios

A sucessão é um processo em que se transfere muito mais que os bens patrimoniais, é um processo em que se transfere legado, cultura, estrutura, comando, harmonia e objetivos entre gerações.

É de suma importância que este processo seja planejado e preparado com antecedência, de forma clara e harmônica. Isto é vital para preservação e criação de valor do patrimônio e da família.

Por Mário Luiz Delgado – ConJur

O Direito das Sucessões surgiu para garantir a continuidade do patrimônio através das gerações, mas sabemos que essa continuidade nem sempre é tranquila e muitas vezes a sucessão se converte em rompimento, originando verdadeiros dramas familiares. Em torno da herança surgem quizílias capazes de provocar a dissolução precoce da coesão da família, com repercussão direta nas relações patrimoniais. Não são poucas as empresas que feneceram em razão das disputas entre os herdeiros ou de sua inabilidade para gerir o patrimônio ou conduzir os negócios. Continue lendo

Três conceitos fundamentais na busca pela perpetuação do patrimônio familiar

Matéria interessante do pessoal do Ineo, que traz um conceito interessante ao diferenciar a “Família Empresária” da “Família Investidora”, diferença sutil que as vezes funciona bem para auto entendimento e eficiência na administração do patrimônio familiar….

Antonio Fernando Azevedo, Grégoire Balasko Orélio e Marcelo Geyer Ehlers – Ineo

No mundo das empresas familiares e das famílias empresárias muito se fala na palavra perpetuidade. Sem dúvida, este é um dos maiores objetivos de grandes famílias quando pensam no seu futuro. Uma pesquisa da Campden Research realizada em 2015 com 224 Family Offices no mundo evidenciou que a principal preocupação destes Family offices era “Gerenciar o patrimônio através de diferentes gerações”. Outra pesquisa, feita pela PWC em 2014, apontou que a maior preocupação dos proprietários de empresas era “Assegurar o futuro das empresas no longo prazo”. Continue lendo

Protocolo Familiar

O IBGC consegue ilustrar de forma resumida (mas repleta de conteúdo) nesta interessante entrevista com o Henrique Trecenti da Lwart, a importância e os benefícios do Protocolo de Família.

A publicação completa, “O Papel do Protocolo Familiar na Longevidade da Família Empresária” (disponível no Portal de Conhecimento do IBGC), é imperdível.

Entrevista Henrique Trecenti – Instante IBGC

O sr. fez parte do grupo de trabalho que elaborou a publicação O Papel do Protocolo Familiar na Longevidade da Família Empresária e participou do processo de elaboração do protocolo da Lwart. Acredita que exista um momento ideal para uma família empresária iniciar a construção do protocolo familiar? Quais aspectos devem ser considerados nesse processo?

É muito difícil dizer o que é certo ou errado na governança familiar. Mas é importante ressaltar que é recomendável que o documento seja elaborado o quanto antes. O protocolo familiar é um acordo formal entre os entes da família empresária, preferencialmente representada por todas as gerações, que contempla os valores e princípios da família, bem como regras morais e de conduta dos membros. Acontece que, praticamente, toda família empresária possui um protocolo familiar, mesmo que esse acordo não seja expresso ou formalizado em um documento. Esse acordo informal já teria regras tácitas, não ditas, mas reconhecidas, aceitas e praticadas pelos membros das famílias. Então, a elaboração do protocolo familiar formal partiria já daí. Mas, claro, podendo evoluir conforme a sofisticação da família empresária. Continue lendo

Um bom processo de sucessão de gerações e… Mais 10 mandamentos…

 Eu colocaria como 3 pontos principais para um bom processo de sucessão de gerações, que o herdeiro compreenda bem os (diferentes) papéis de executivo/gestor e acionista, tenha um bom conhecimento do patrimônio/empresa com profundo entendimento da capacidade de geração de resultados e riscos envolvidos e, finalmente, que a família entenda a sedimentação da cultura como legado para novas gerações.

Em nome do pai, do filho e dos negócios

 Boa matéria da Isto É Dinheiro sobre sucessão….

Hugo Cilo – Isto É Dinheiro

Alguns dos maiores bilionários brasileiros, como Carlos Wizard Martins, Rubens Menin, David Neeleman, Américo Buaiz Filho e Jorge Paulo Lemann, estão treinando seus herdeiros para que um dia assumam a gestão de suas empresas. Conheça a estratégia de cada um e entenda como seus filhos enfrentam os desafios da sucessão familiar

A mansão do bilionário Carlos Wizard Martins, com 600 m² de área privativa, ocupa a parte alta do Cambuí, o bairro mais tradicional de Campinas, no interior de São Paulo. Na garagem, carros como Mercedes-Benz e Volvo, estacionados um ao lado do outro, se integram de forma harmônica à moderna arquitetura da casa. Dentro, a decoração é minimalista, mas sofisticada em seus detalhes. Poucos móveis, todos em tons claros. O ambiente favorito de Martins, no entanto, é a sala principal. O espaço, com chão rebaixado e vários sofás em couro branco, é enorme e tem vista para o quintal gramado. “Nossa casa é um refúgio, um local que reservamos para conversar em família e edificar o lar em oração”, disse à DINHEIRO Martins, 61 anos, um fiel seguidor da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. “Durante a semana falamos sobre negócios, no sábado nos reunimos para confraternizar e aos domingos nos dedicamos à Igreja.” De fato, é lá que o empresário mórmon costuma se reunir para tratar de investimentos, especialmente com seus dois filhos mais velhos, os gêmeos Lincoln e Charles Martins.

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PEC FGV – GOVERNANÇA CORPORATIVA 2018

 Governança Corporativa

Carga Horária: 40 horas
Data de início: 20/03/2018
Data de término: 29/05/2018
Dias da semana: 3as feiras
Horário: 19h30 às 22h45
Unidade: 9 de Julho
Coordenador(es): Prof. Annibal Ribeiro Lima
Prof Oscar Malvessi

Nova regra da Receita Federal tenta identificar e punir empresário oculto

Quem é o dono? A Receita quer saber…..

Por Fabio da Rocha Gentile – ConJur

As empresas brasileiras estão obrigadas, desde outubro de 2017, a informar à Receita Federal quem são os seus “beneficiários finais”, por força da Instrução Normativa  1.634/16 (art. 52, § 2º) e do Ato Declaratório Executivo 9 (publicado em 25/10/2017, no Diário Oficial da União).

Beneficiário final, no texto normativo, é “a pessoa natural que, em última instância, de forma direta ou indireta, possui, controla ou influencia significativamente a entidade, ou a pessoa natural em nome da qual uma transação é conduzida”. Continue lendo

‘Dinheiro da empresa é da empresa, não é da família’, diz Jayme Garfinkel

Jayme Garfinkel conta em resumo, como na prática, questões familiares externas à operação da companhia podem destruir valor. Ele agrega ainda, também por experiência própria, regra básica de Governança que deixa claro que o caixa da companhia não pode jamais se confundir com o caixa do acionista…..

Executivo conta como superou conflitos familiares e, com isso, transformou a Porto Seguro em potência

Roberta Cardoso, especial para – O Estado de S.Paulo

Paciência, resistência e consistência são palavras de ordem para Jayme Garfinkel, presidente do Conselho da Porto Seguro. Aos 71 anos – 45 deles dedicados à seguradora –, o empresário contou durante sua participação na Semana Pró-PME como enfrentou e superou crises para transformar o pequeno negócio iniciado pelo pai em uma empresa com 15 mil funcionários. Continue lendo

Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) aprova as novas regras referentes ao ITCMD

E dá-lhe a sanha arrecadadora do “estado” para suprir as profundas deficiências de gestão…. 

Certamente, assistiremos uma proliferação de atitudes como esta em outros estados nos próximos anos…. Olho vivo!!!

Foi aprovado na ALERJ o Projeto de Lei nº 3.419/2017 a fim de alterar a Lei nº 7.174/2015, que dispõe sobre o Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITD) no âmbito do Estado do Rio de Janeiro. O texto aprovado pela ALERJ seguirá para a sanção do Governador do Estado, que deverá ser realizada no prazo de 15 (quinze) dias. Continue lendo